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True love will find you in the end ou motivos para usar o happn

Se alguém já viu o filme Medianeras – O Amor na Era Virtual (caso não tenha cuidado com os spoilers e segue link para o trailer), vai perceber que esse post bebe muito na referência pois somos apaixonadas pela história. E também porque o filme retrata uma real que a gente defende: o amor verdadeiro vai te encontrar. E também porque a gente trabalha há tempo suficiente com o digital para saber que sim, vai mesmo.

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Por isso topamos o desafio do happn e vamos até o fim nessa teoria. Só que nem sempre a gente precisa ficar esperando o amor. E por “amor verdadeiro” leia-se: não necessariamente aquele eterno, ou casamento, ou algo parecido. Estamos falando daquele sentimento que faz a gente chegar em casa às seis da manhã com a maquiagem borrada, olhar para o espelho e dar aquele sorrisinho pensando: YOU GO, GIRL. E arriscar até alguns pulinhos. Pode ser crush, pegadinha, namoro de duas semanas, o que importa é aquela sensação de coração quentinho, de estar vivo por inteiro. Qualquer relação com o outro faz a gente se sentir assim e isso é o mais legal de toda a parada.

Onde está (o nosso) Wally?

Cruzamos por inúmeras pessoas todos os dias (e o filme mostra isso de uma maneira muito poética), mas nossa geração tem a possibilidade de encurtar o caminho que antes era feito por nossos avós através de cartas, telegramas e sinais de fumaça. Nossa geração é da possibilidade e da escolha. E isso não significa um encurtamento dos sentimentos. Ousamos até dizer que nossa geração tem uma tendência maior a se deixar levar.

É uma questão cultural: vivemos em cidades grandes que crescem desordenadamente, como Buenos Aires, cada um com a sua individualidade e as suas tarefas, como Martin e Mariana, e com mil coisas acontecendo todos os dias, porque a vida é assim mesmo, uma comédia urbana dramática e romântica, como em Medianeras. O resultado é que também sofremos desencontros que sequer sabemos em cada esquina, em cada minuto. Pois é aí que os jovens cabeça baixa, como são chamados aqueles vivem com os olhos vidrados no celular, podem encontrar na tecnologia um meio não de afastar da real life, mas também de juntar na real life.

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O filme toca em um ponto importante que é: se, mesmo sabendo quem a gente procura, podemos não conseguir achar, como encontrar o amor quando não se sabe como é ou onde está?

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Descobrir pessoas que cruzam o nosso caminho. É aqui que tudo acontece e é essa a bandeira do happn. Mariana e Martin são pessoas diferentes, mas pensam de forma muito parecida. Mariana e Martin não se conhecem, mas são vizinhos. Encontros e desencontros, no melhor estilo lost in translation. Seja marginal, apaixone-se, dizia um texto da Maria Ribeiro essa semana. E a gente é muito a favor disso: apaixone-se, apaixone-se.

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A angústia de se saber um entre milhões…

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… e como encontrar os Wallys da vida real.

Pois é isso que a gente conta aqui. 😉

Mas por que usar o happn?

Há quem diga que é apenas mais um entre tantos lugares para conhecer pessoas. Há quem defenda que em tempos de digital e correria, é o melhor caminho para criar conexões. Há quem procure um amor, um flerte, um sorriso, uma conversa, uma troca. E, claro, há quem só queira matar um pouco de tempo – os mais céticos diriam “o amor não está ali”, mas aí a verdade é que pode não estar em lugar nenhum. Mas não é nisso que a gente acredita.

E nem a Alice Stepansky, amiga querida de Porto Alegre que é formada em Psicologia, faz mestrado e mora no Rio há pouco mais de um ano. Um partidão.

Na fase inicial da mudança para a cidade maravilhosa, ela baixou o happn para conversar, já que a rotina era uma loucura. “Em uma cidade nova, conhecer pessoas sem sair de casa para a noite tem muitas vantagens”. Usou o aplicativo por oito meses. “O melhor do happn, além de mostrar com quem a gente cruza todos os dias, é ver onde. Porque já dá para pensar mais ou menos no perfil de quem frequenta aquele ambiente”.

A Nicole Martini teve um crush francês que acabou virando seu guia-turístico em Paris. E só! Ela conta que começou a usar o app quando foi de Caxias do Sul para São Paulo e que tem plena certeza que o happn ajudou na adaptação.

Tá, mas e os encontros? O primeiro da Nic começou com receio e nervosismo, mas depois teve café, sessão de cinema com filme cult (Norwegian Wood, que ela súper recomenda), debates sobre amor, desamor, gostos e desgostos. E tudo terminou com uma indicação curiosa de livro: “Vox”, narrativa de uma relação amorosa entre dois estranhos apenas pela voz. Sem beijo, mas com coragem para os próximos.

A Julia Bernardes tem o happn desde o início de 2015 e coleciona histórias proibidonas divertidas. Entre outras coisas, ela garante que dá aquele empurrãozinho para quem quer falar com o vizinho, com aquele lindo que sempre encontra no supermercado perto de casa… A Julinha é gente como a gente:

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Seja marginal, apaixone-se!

Foi o que fez a Ana Virtuozo, planner de Porto Alegre, que começou a usar o happn fora do país para conhecer gente interessante e com a cultural local. Já no Brasil, em janeiro deste ano, ela… cruzou com um amor.

Depois do crush, demorou um tempinho para eles falarem. E olhem que coisa mais querida: foi no dia 1º de janeiro que rolou o primeiro “oi”. Uma semana depois, se conheceram pessoalmente. “Eu não sabia exatamente o que ia rolar. Fui meio desesperançosa, mas já faz cinco meses desde então”.

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No melhor estilo Medianeras <3

Quero baixar. E agora?

A gente falou em usar o happn em momentos com tempo livre, né? Pois se você ainda está insegura, junte as amigas e, de celular em punho, comecem a “jogar o joguinho” (apelido carinhoso que demos para a prática). Com vocês analisando, imaginando e rindo, tudo fica muito mais leve. Vale até fazer aquele brain para as melhores abordagens e respostas.

Ainda que não saia do papo, abrir o happn é encontrar começos a cada momento com gente de verdade. E uma coisa a gente pode garantir: tem monte de pessoas incríveis passando por você agora mesmo. Ah, se Mariana e Martin tivessem o aplicativo… 😉

Ó o Medianeras completo no Youtube (e tem também em qualidade melhor no Netflix).

gg+happn

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Mood da semana: Lykke Li!

Como é bom começar uma semana com o pé direito. E isso para mim tem relação direta com boa música e alimento do espírito. Tem mau humor ou preguiça que perdure com uma boa melodia?

Essa semana a cantora sueca que eu adoro Lykke Li lançou o single “No rest for the wicked” que vai fazer parte do álbum novo I Never Learn. Vocês lembram dela, né? Lykke Li é autora do super hit (remixado e tocado na rádio milhões de vezes) “I Follow Rivers” -, dá para lembrar dela aqui.

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Apenas quero comentar que essa canção, com uma pegada emocional de piano e bateria, já entrou pra lista das repetições durante o meu dia, rsrs! Alguém mais tem essa mania?

Se sim…Enjoy! 🙂

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Mas é Carnaval!

Enfim é Carnaval! Um período de muita festança, de rever amigos e celebrar, de viajar, de passear, de cair na folia ou então de ficar sossegado no nosso cantinho. Não é mesmo? Ainda que cada um tenha a sua preferência, o Carnaval é aquela pausa entre as férias de veraneio e o começo real do ano, quando o bicho pega pra valer, rsrs! Por isso, vamos aproveitar os últimos momentos de descanso e/ou muita festa antes de encarar o foco total no trabalho?

Vem, gente, é TEMPO DE…

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Sabe aquela sombra que a gente acaba nunca usando na palette ou um glitter que compramos no impulso e acabamos achando exagerado? É hora de usar, invente uma make diferente! Cheia de brilhos, com formas tribais, delineador colorido: o legal é fugir completamente do que você faz no dia a dia!

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Originalidade e criatividade são fundamentais – e para isso, nada melhor do que você mesma customizar a fantasia com o que tem no armário! Então não precisa comprar o look inteirinho: escolha roupas suas que combinem com a ideia do que você quer e incremente com acessórios de lojas!

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Em quatro dias de festa dá para variar bastante os programas, né? Aproveite para curtir em lugares novos, experimente! Pular o Carnaval durante o dia, reunir os amigos para curtir em casa, fazer uma noite das meninas, ir para a balada de galera. Vale até ver como estão os bailinhos, haha!

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Junte uma turma para sair pelas ruas fazendo folia! Depois de criar um nome bacana, é só fazer uma “marca” e estampar camisetas para todo mundo. O Bloco Te Explico no Caminho, que a Taidje faz parte, começou assim e foi um sucesso por aqui. Não esquecendo de fazer o #aquece para os preparativos: a diversão é garantida 😉

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E outra: quem vai ficar na cidade e quer passar o feriado mais relax, pode aproveitar para fazer coisas que não tem costume – conhecer novos bairros e visitar pontos turísticos, praticar esportes ao ar livre, tentar uma maratona de filmes do Oscar ou colocar a leitura em dia, né? O segredo é estar onde e com quem se quer 🙂

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Duas surpresas musicais de 2013!

Com a chegada do final do ano, a gente faz retrospectiva de muita coisa que aconteceu, né? No GG, vamos começar a fazer um retrospecto dos nossos fav’s! Eu fico super melancólica e reflexiva nessa época. Eu tive muitas surpresas ao longo desse ano de 2013! Nossa, que período intenso de mudanças na minha vida. Vou lembrar pra sempre desse ano.

No campo da música, descobri artistas, músicas e álbuns novos de bandas que eu já amava e queria indicar aqui antes que acabe o ano! São duas boas surpresas em especial e acho que continuarão bombando em 2014! 😀

A primeira é a Lorde, cantora neozelandesa de 17 anos mega talentosa que me apaixonei de cara: que voz poderosa e que atitude. Uma promessa! Vale ouvir o álbum inteiro “Pure Heroine” 🙂

O segundo é o novo álbum do Kings of Leon, que depois de três anos de espera superou a minha expectativa como fã. Amei muito o novo álbum “Mechanical Bull”. Uma das minhas faixas favoritas é Beautiful War!

Mais musiquinhas para incrementar nossa lista incansável de fim de ano! Tô ouvindo no repeat por enquanto 😀

Beijinhos