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Mulheres da música brasileira para alinhar a vibe

Caras, vocês se sentem um pouco culpados de estarem pensando em dramas pessoais enquanto tantas questões sociais preocupantes nos chamam “lá fora”? Às vezes eu me sinto e acho que dividir isso com outras pessoas que passem o mesmo pelo menos diminui a culpa. Bueno, mas o que isso tem a ver com música? É que eu acho que música tem o poder de alinhar a vibe, seja ela qual for. Uso para me concentrar no trabalho, pra criar, pra me distrair enquanto lavo a louça e resolvo todas as questões do mundo, pra colocar pra fora sentimentos que eu não quero em mim ou pra compartilhar aqueles sentimentos bons!

Entonces, divido aqui o que encontrei nos links dos últimos dias e acredito que pode fazer você feliz de algum jeito:

Frou Frou, Bárbara Eugenia

Ou baixe aqui.

Cinquenta e dois minutos e treze segundos de good vibes mesmo quando fala de coisas não tão legais assim. Sabe batidas tão boas que dão vontade de caminhar no mesmo ritmo? Sim, eu tenho essa pira. E é esse o disco. Música pra ouvir a letra, se identificar e dar uma dançadinha. A primeira faixa tem uma combinação de “eu escrevi essa letra” + sax que é de matar. Uma prova, o trecho: “Eu bem que sabia que isso era uma cilada”, ela confessa num momento de pausa da canção, “eu tinha certeza, mas adoro uma roubada”.

O jornalista Alexandre Matias descreve a cantora no texto de apresentação do álbum: “Bárbara Eugenia vem elegante como um trocadilho dadaísta, mas sua raiz é passional, quente, latina, novelesca.”. Quem se identifica, coloque os fones e aperte o play. Para os dias que estamos querendo cantar sentimentos.

A Mulher do Fim do Mundo – Elza Soares

Ou escute aqui.

Já vi algumas listas elegendo este álbum como o melhor do ano no país. O que mais me chama atenção é que é o primeiro CD de inéditas da cantora que já tem 60 anos de carreira. E as letras… É uma Elza moderna que canta, Elza que sabe do que estamos falando, como estamos vivendo. Canta rap, rockzinho, sambinha de um jeito desbocado e verdadeiro como sempre foi.

Aperte o play e comece encantando-se com a letra de “Coração do Mar”, poema de Poema de Oswald de Andrade musicado por José Miguel Wisnik. E aproveito para recomendar fortemente a biografia desta mulher, “Elza Soares – Cantando Para Não Enlouquecer”, escrita por José Louzeiro. Faz você ouvir o timbre inconfundível da Elza de outra maneira. Este é o momento pra ter música boa refletindo sobre transexualidade, violência doméstica, morte, dependência química e mais.

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Delírio – Roberta Sá

Brasilidade delícia. Essas são as duas primeiras palavras que vem na minha cabeça quando penso nesse álbum. Conheci o álbum pela música Delírio que tem um videoclipe daqueles que dá vontade de morar dentro e o trecho “nem tão da terra, nem tão lunar” que tem definido como as coisas andam por aqui. Roberta Sá é uma das melhores cantoras da chamada nova MPB, tem malemolência e uma voz que acalma e inspira. Acho lindo ver ela cantando.

O disco é tipo um banho de mar com algumas ondas que nos levam de volta pra beira da praia – e outras que nos fazem boiar. Pra entender a analogia, escuta aí. As faixas “Me erra”, “Delírio” e “Se for pra mentir” são as minhas preferidas. Além da cantora, participações especiais como Chico Buarque e Martinho da Vila deixam tudo mais glow. Boas canções para deixar as coisas mais leves, se distrair, fazer aquele passinho envergonhado em frente ao espelho.

Essas são os meus últimos plays. Espero que alinhe sua vibe como tem alinhado a minha. Sugestões? Por favor, a troca é o que nos move.

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Adidas + Farm + Flamengo = <3

Desde que a Farm lançou a primeira parceria com a Adidas, foram várias e várias coleções… e eu não me apaixonei de verdade por nenhuma delas. Foi lá na metade de 2013 que os tucanos e as flores nas peças esportivas encheram os olhos, mas confesso que desde então acompanho de longe, bem de longe os lançamentos e as novidades da Farm. E para ajudar ando na fase mais sem estampas de todas. Aí na semana passada as camisetas do Flamengo começaram a ser assunto na timeline e hoje parei para olhar mais de perto. Gente, amei. Queria só deixar registrado isso e começar a semana com uma GLOW para os nossos olhinhos 😉

Cecília Papi

[tricot R$ 220]

Isabella Santoni - 1

[cropped R$ 150]

Isabella Santoni e Juliana Nalú

Juliana Nalu

[regata R$ 150]

Rio de Janeiro, futebol carioca, camisetas inspiradas nos uniformes dos anos 80. Perdoem meu jeitinho monotemático, mas é muito amor por essa cidade e muita vontade de voltar!

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Rio de Janeiro, eu te amo – ou 10 descobertas em 10 dias de férias

A primeira vez que meu coração bateu fora da barriga da minha mãe foi em um hospital no Rio de Janeiro. Pouca gente sabe, não é uma coisa que vai no meu cartão de apresentação – Taidje Gut Teixeira, carioca – mas tenho, sim, muito amor pela cidade em que nasci. E só aumenta a cada ida. Minha família por parte de pai é toda de lá, habitat natural: Ipanema. São duas irmãs-princesas de 16 e cinco anos. Na idade delas, confesso, achava um tanto chato passar meses no Rio durante o recesso escolar, longe “de casa”. Cheguei a ficar uma viagem inteira trocando o dia pela noite para me conectar no tempo da internet a cabo pós meia-noite.

Aí que com 17 anos, formada no ensino fundamental e cheia de novas ideias fritando na cabeça, comecei a olhar para o Rio de um jeito diferente. As calçadas, a praia, as pessoas, o jeito de falar, o caminhar, as cores passaram a me interessar. Descobri que tinha muito do lugar em mim – se mais de 70% do meu corpo é água, o restante deve ser da areia e sol de Ipanema.

Agora tirei duas semanas de férias (perdoem a ausência) e dessa vez enxerguei o Rio como nunca antes: como uma possibilidade. Para viver? Construir? Trabalhar? Morar? Não tenho respostas, mas certamente como um lugar para amar. E divido com vocês 10 coisas sobre esses 10 dias:

#1 Xô, medo de avião!

Tenho pequenos ataques de pânico ao fazer qualquer atividade que possa acabar em desastre seguido de morte. Andar de avião vai para o topo da lista já que pular de para-quedas ou até em brinquedos do parque de diversão podem ser totalmente evitados (por mim, acreditem, podem). Minhas mãos suam, os batimentos aceleram, um horror. O pior: tudo vira motivo para pensar que a tragédia vai acontecer. Ver de novo Os Excêntricos Tenembaums no Netflix e descobrir que o Ben Stiller é viúvo por causa de um acidente aéreo? Um sinal. Ler uma entrevista sobre a fobia de voar? OBVVV que quer dizer. Ouvir um cara cantando em voz alta ♫Ela partiu e nunca mais voltou♪, do Tim Maia, em pleno embarque (história real SURREAL // 10.11.15)? Ok, é o fim. Entra um ~anjinho em cena: Gabriela Duarte no voo, jamais cairá. Ó quantas crianças, nada de ruim vem aí. E assim fico nesse looping.

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Só que chegar no Rio pelo Santos Dumont mudou tudo. De quebra, nessa tarde teve um tiroteio na Linha Vermelha, uma prova de que a vida, minhas amigas, é mesmo uma caixa de papelão com taças de cristal. Pois eis que eu me divido em antes (tipo: sentar no corredor sempre) e depois desse momento mágico (janela, janela, janela!). Querem ver por quê?

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Vi isso e chorei. Me senti parte. Vai entender 😛

#2 Vá pra perto do mar, leve mimos pra sereia ♥

Foi o Otto quem escreveu, mas eu assino embaixo. É dele também outra frase que eu tenho tatuada no peito: o mar pra quem sabe amar. Meia hora dessa vista = mente quieta, espinha ereta, coração tranquilo. Não sou a pessoa mais zen do mundo, mas tenho meus momentos de INHALE//EXHALE, principalmente quando algo ou alguém me tira do sério. Se 2014 foi o meu ano do autoconhecimento, 2015 foi o de trabalhar a espiritualidade. Mas, de verdade, para mim nada tem o efeito de pisar nesse calçadão. Se puder, chegue na cidade e vá respirar um pouco da praia.

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#3 Trilha sonora: Rodrigo Amarante

Como é que um lugar que foi berço desse homem não ia ser inspirador, gente? Essa é a voz que eu escuto em cada calçada do Rio, dobra de esquina, mate natural, biscoito Globo, fresquinho do ar condicionado das lojas batendo nas pernas, galerias de bairro, sucos na rua. Teve show de graça no Parque Lage, um dos meus top 10 lugares no Rio. Não pude ver de pertinho mas deixo essa lembrança linda linda aqui.

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Que o erro é onde a sorte está…

[foto da Lanna no Parque Lage]

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#4 Estar perto não é físico // Ismael Caneppele

Essa coisa de morar longe da família é de enlouquecer o cidadão. Fazia tempo que eu não ia para o Rio ficar com os meus (tiveram as semanas de moda, mas nem dá tempo, né), então quis aproveitar cada pedacinho desse núcleo pequenininho que tem tanto de mim como eu deles. De ser maquiada diariamente pela irmã pequena, maratona de Ru Paul com a adolescente, imersão no armário da madrasta até viagem com o pai a trabalho para Araruama (da série #indiadas): foram dias de amor pleno e da forma mais bonita. Menção honrosa para o sushi do Yosuki em família – delícia em forma de japonês, recomendo super!

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[minha cadeirinha, posto 9, banca da Denise, sempre aqui]

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#5 Sobre ser carioca

A Tati Bernardi falou sobre os cariocas focando em relacionamentos, mas algumas frases eu levo pra todo lugar: É só criar um pouco mais de intimidade e toda a magia faz sentido. O senso de humor do carioca é uma bênção […] Andar a pé é vida. […] Quando dá onze da noite e eu continuo digitando, meu namorado (que é carioca, óbvio: há dez anos eu só pesco e pago no Rio) inventa alguma letra de música com “sai desse computador, minha flor”. E eu saio. Dane-se. Cariocas nos ensinam o dane-se e isso é apenas a arte mais valiosa da vida.

Tudo isso para dizer que: foram dias libertadores usando Havaianas, shorts e biquini, com as unhas pretas pintadas pela metade dos dedos. Ela é carioca.

#6 A Barão da Torre e o xixi com Caetano

Duas coisas incríveis que precisam ficar registradas para a posteridade, filhos, netos, bisnetos, se a internet não quebrar: a rua Barão da Torre é o point da minha família carioca. Eis que no meio de Ipanema abro uma revista e vejo essa foto:

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A legenda dizia mais ou menos assim: Rubem Braga and amigos [Chico Buarque, Fernando Sabino, Vinicius de Morais, Sérgio Porto, Carlinhos de Oliveira e Paulo Mendes Campos] por Paulo Garcez n’O Pasquim. A cobertura do escritor ficava na rua Barão da Torre.

E eu ali. Dei um gritinho. Soube mais:

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Era também a rua de Tom Jobim – e a filha dele foi paquerinha de infância do meu pai.

Sobre o xixi do Caetano… Bem, é só um causo contado pelo meu pai de uma ida ao banheiro do Porcão. No mictório, ele olhou para o lado e deu de cara com quem?

#7 Sabadá = praia + fexxxta

As meninas do ~meu bonde~ aproveitaram o fim de semana para a primeira viagem do verão 2016. Resultado: um sábado de 10 horas seguidas curtindo a praia. E está enganado quem pensa que cansamos.

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Tenho dois amigos da vida morando no Rio que deram a boa da noite: PREPARA EGYTO, do coletivo e bloco de Carnaval Viemos do Egyto que aconteceu no Galpão da Ação da Cidadania. Quem procura diversão e dançar até o chão com mistura de funk, axé, eletrônica, pop, indie, vai curtir. Já que as nossas fotos da festa NÃO FICARAM ÓTIMAS, vejam só um teaser do que rolou nessa festa muy louca:

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#8 Leve a cidade para onde for

Adoro o jeito e a atitude das mulheres cariocas. É tudo tão despretensioso, simples, leve. Até o sotaque traz uma despreocupação. Ou, melhor, um saber levar. Pode ser tudo impressão de turista, mas quis pegar um pouco disso para mim. Não só esteticamente: além das roupas, dos cabelos, dos acessórios, uma maneira mais fluida de se relacionar. Deve ter a ver com o item #2 e com respirar perto da praia, mas, quem sabe aqui em Porto Alegre essa lógica não pode ser aplicada, né? Esse item é com três cariocas que, mesmo não conhecendo pessoalmente, sou super fã e sigo nas redes sociais:

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Já falei mil vezes sobre a Carla Lemos, mas ela não poderia ficar de fora de um post sobre o Rio de Janeiro. Além de o Modices ser um dos poucos blogs que eu ainda leio, com posts cada vez mais baseados em consumo consciente, o estilo dela é muito inspirador. E carioquíííssima! Foto: Zamith para I Hate Flash.

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A Carolina Delgado é antropóloga, comecei a seguir por causa do Cantando Coisas de Amor e fiquei encantada. Todo o post dela me bate de uma maneira que nem sei explicar. Impacto, de verdade, de coração. Quer começar por um muito foda? Clica aqui. Foto: Modices

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Adicionei a Carol Althaller pelos amigos em comum, ela é cool hunter e gostei muito do que falou (entrevistada pela Zero Hora) quando veio para dar um curso em Porto Alegre, em abril, apostando na força da espiritualidade em 2015:

“Acredito que as pessoas tenham cada vez menos religiões, mas que cada vez mais acreditem no bem-estar pessoal. Essa crença é em um nível mais energético, já que estamos na busca por uma conexão espiritual ainda maior através do misticismo, das nossas raízes, de acreditar em coisas mais fortes para sustentar o futuro. Já existe até aplicativo para meditação, sabe?” Para conquistar o seu well being, Carol mergulha no mar, medita ou alinha os pensamentos olhando para o Cristo Redentor, vista da morada da carioca, além de curtir a filha, Mia.

#9 Crie na areia 

Foi a primeira vez que o projeto Baioque 1+1+1 (eu, Fernanda Ferrão e Lanna Collares) deu as caras no mundo. E da melhor maneira possível: na praia de Ipanema. Não posso abrir muito ainda, mas vou contar os detalhes em breve aqui no GG. Mal saiu do papel e eu já amo demais. Um projeto feito por corações intranquilos para corações intranquilos.

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#10 Até daqui a pouquinho, volto logo

E foi bom. 10 dias de um carinho que quero tatuar em mim. Para não deixar de citar Matilde Campilho, poeta portuguesa que também é apaixonada pelo Rio e Ipanema e de quem sou fã, divagando sobre a saudade no Sangue Latino:

Mas com o tempo […] eu fui sossegando um pouquinho nessa coisa da saudade. Eu tento transformar. Há coisas que eu amo muito e gente que eu amo muito que está longe, seja porque há uma cena entre nós, seja porque a vida não permite. […] A saudade pode doer tanto que eu me cansei um pouquinho dela. Eu passei a fazer uso dessa tal da imaginação, do desejo, e transformá-la. 

Do livro Jóquei:

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[meu rosto não se transformava, mas a paisagem sim]

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O poema Tenho planos para uma confissão termina assim:

E, como disse o santo da fotografia, na verdade fui feliz.

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Sem dúvidas, sem dúvidas. 😉

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A nova onda da Corello (e as minhas musas dos anos 70)

Se me perguntassem, hoje, qual época eu gostaria de ter vivido, diria sem pensar que entre 1965 e 1975. Para começar porque meu maior ídolo de todos os tempos, David Bowie, teve uma produção fervilhante nessa época, que teve o lançamento de álbuns como Ziggy Stardust, Hunky Dory, Alladin Sane e mais. Uma preciosidade por ano. Alguns dos meus filmes preferidos também vêm daí. Masculino Feminino (tenho uma frase tatuada!), por exemplo, do Godard – que também viveu o período de forma superativa. E isso para ficar só nos meus maiores amores. 😉

Fato é que, no meio de toda essa intensidade na criação cultural, as mulheres também ganharam destaque. Sim, as divas do cinema e da música deram o que falar pela beleza e ousadia, mas mais ainda porque foi quando elas entraram de cabeça em discussões que movimentavam o mundo inteiro, ganharam voz, se tornaram ativas e mais: encontraram na união um meio para serem ouvidas. Girl power!

Corta para o verão de 2016: foi na essência dos anos 70 que a Corello, marca de bolsas, sapatos e acessórios, buscou inspiração. Delicadeza e sofisticação entram em cena, trazendo o clássico da década de uma forma moderna que vai do romântico ao urbano. Tons vibrantes como azul e coral aparecem ao lado de clássicos como branco e preto.

O resultado: uma coleção tão linda que inspirou esse post, ao lado das minhas musas dos anos 70. Do sofisticado até os mais descolados, a época deixou características evidentes, mas lidas aqui de forma fresquinha.

Destaque absoluto para as gladiadoras e as flats!

Na página da Corello Trends tem mais sobre o estilo desse tempo de paz, jeans, tons terrosos e muito amor. Ficou curiosa? Clique aqui e inspire-se 😉